Filmes – Os que eu vi! P.III

filmesFinalizando os filmes que vi em 2015, Novembro – Dezembro, seguindo a sequência dos post anteriores, Parte I, Parte II.
Vi poucos filmes no final de ano então foi mais fácil de finalizar mais rápido a listinha, gente sendo sincera, estou fazendo o máximo para achar os trailers em português, mas está extremamente difícil achar, raramente consigo, então espero que não liguem por sempre estarem em inglês e legendados 😀

O Doador de memórias
Gênero: Ficção científica, Fantasia, Drama
Não recomendado para menores de 12 anos

Sinopse: Uma pequena comunidade vive em um mundo aparentemente ideal, sem doenças nem guerras, mas também sem sentimentos. Uma pessoa é encarregada a armazenar estas memórias, de forma a poupar os demais habitantes do sofrimento e também guiá-los com sua sabedoria. De tempos em tempos esta tarefa muda de mãos e agora cabe ao jovem Jonas (Brenton Thwaites), que precisa passar por um duro treinamento para provar que é digno da responsabilidade.

Minha opinião:
Sempre gostei de filmes baseados em livros e esse quando vi, não sabia que era baseado no livro “O Doador” (1993) de Lois Lowry.
O filme inicia em preto e branco, sim ele começa assim mesmo, não é a sua tv que está ruim. Conta a história de uma pequena comunidade onde os líderes optaram por anular tudo aquilo que possa virar motivo de guerras, dor e sofrimento. Resolveram anular até mesmo a cor, onde todos possam ser da mesma maneira e da mesma cor de pele, mesmo estilo. Uma forma errada de levar a paz as pessoas. Desde o início as crianças são iludidas incorretamente aquele mundo falso, todos sabem que crianças são curiosas, sempre querem saber o porquê de não poder as coisas. Nessa comunidade são separadas funções para cada habitante, e tem uma seleção de tempos em tempos, principalmente para a função de Receptor de memórias, onde cabe a um, guardar todas as memórias, indesejáveis ou não, do passado dos habitantes. E o Jovem Jonas foi selecionado para ser o responsável por essa função e ao ver as memórias, viu que eram boas e que não poderiam anular algo bom, e então resolveu mudar tudo aquilo, tentando o máximo trazer de volta as cores para aquele lugar. Super indico!

 

O Apocalipse
Gênero: Ação, Ficção científica, Suspense
Não recomendado para menores de 12 anos

Sinopse: Após um longo tempo, Chloe (Cassi Thomson) decidiu visitar os pais. Ela andava irritava com a mãe, Irene (Lea Thompson), que há cerca de um ano insistia na pregação religiosa a todos à sua volta. Ainda no aeroporto ela encontra por acaso com seu pai, Rayford (Nicolas Cage), um piloto de avião que iria trabalhar bem no dia do aniversário. Não demora muito para que Chloe perceba que ele arquitetou a viagem para ter um encontro com uma das aeromoças, o que a deixa bastante decepcionada. Também no aeroporto ela conhece Buck (Chad Michael Murray), que se interessa por ela mas embarca no voo que será pilotado por Rayford. Durante a viagem, algo repentino acontece em todo o planeta: milhões de pessoas simplesmente desaparecem, sem deixar vestígios. A situação causa um pânico geral.

Minha opinião:
O filme tem o nome de O Apocalipse, mas não tem nada muito haver com a história verdadeira pregada na palavra de Deus, achei meio cômico até, a forma que eles levam o enredo do filme. Conta a história de uma garota a Chloe, que de tempos em tempos vai visitar os pais, mas ela sempre ficava irritada com a mãe sempre falando da palavra de Deus, era aniversário de seu pai e ela queria fazer uma surpresa, mas descobriu pela sua mãe que ele vai trabalhar e então decide ir encontra-lo no trabalho, e descobre uma possível traição. O filme quase todo mostra o desespero dos passageiros que não foram arrebatados, quando todos que eram tementes a Deus desapareceu de forma inexplicável, tanto dentro do avião que seu pai está presente e quanto fora aonde a Chloe está, e a conclusão da história é conseguir um local para aterrissar o avião, o final é meio tosco de você ficar se perguntando, mas acaba assim mesmo? É de cortar o coração (Risos), mas é legalzinho, para quem quer perder algumas horinhas assistindo, mas falando sério dá para assistir sim, ele te prende um pouco, se você é curioso que nem eu, que se prende a história para saber a conclusão, vai assistir até o fim, risos!

 

Gamer
Gênero: Ficção científica, Suspense
Não recomendado para menores de 16 anos

Sinopse: Kable é um prisioneiro do jogo SLAYERS em um futuro próximo onde as prisões não são como as do século vinte. A criação de um revolucionário videogame com um ambiente on-line é a forma de diversão mais difundida entre os jovens. Semanalmente, milhões de internautas assistem condenados como Kable lutando para sobreviver como se fossem personagens virtuais em um jogo. Kable é o maior lutador do jogo, e é manipulado por Simon, um adolescente que o considera um mero personagem. Um grupo de rebeldes planeja derrubar a estrutura cruel do jogo, e para eles Kable é a peça chave para a vitória contra o sistema. No meio dessa batalha, e sob o comando de um adolescente, Kable terá que usar todas suas habilidades extravirtuais para vencer o jogo e derrubar o sistema, salvar sua família e garantir novamente a liberdade de muitos prisioneiros.

Minha opinião:
Gostei do contexto do filme de um jogo virtual com pessoas reais, muito interessante, mas não gostei que eles levam longe de mais, mostram cenas de mulheres semi nuas e tal, não gosto de ver filmes desse tipo, me incomoda bastante, acaba não sendo apropriado para ver com a família e amigos, pelo desconforto que dá quando aparece essas cenas, tirando isso e algumas partes que não faz sentido algum, o filme é até bacana.
Conta a história de prisioneiros que viram personagem de um jogo de guerra cruel que leva a morte caso fracasse, e eles não agem por eles mesmos e sim são manipulados por internautas que estão com o total comando deles, nem ao mesmo se comunicar os personagens podem. O jogo é transmitido on-line para os fãs.
Uns revolucionários que estão por fora do jogo, só observam Kable que está preste a bater o recorde de jogos e estar vivo esse tempo todo, vão usar ele para acabar com o sistema do jogo.

 

Trocando os Pés
Gênero: Comédia, Drama, Fantasia
Não recomendado para menores de 14 anos

Sinopse: A família de Max (Adam Sandler) tem a mesma sapataria há muitas gerações. Ele cuida sozinho da sapataria e assim passa os dias em função do trabalho. Até que um dia ele descobre na sapataria uma máquina que permite a ele assumir a aparência de outras pessoas quando usa os sapatos delas. Agora, ele precisará decidir como lidar com tantas possibilidades, afinal, não é todo dia que podemos experimentar viver a vida de outras pessoas.

Minha opinião:
Serio esse filme é demais, quer dicas de filmes ótimos para ver e ri bastante? Optem por filmes com Adam Sandler, é tiro certo, não tem erro e vocês não vão se arrepender.
O filme se baseia na história do sapateiro Max, que trabalha na sapataria que já passou de gerações em gerações, o que ele não saber é que tem uma máquina de costura que pode fazer os seus dias ficarem diferentes e poder se passar por outras pessoas, só calçando os sapatos delas. Como tudo que parece perfeito demais tem seus momentos ruins, essa história também tem os momentos ruins na vida do Max. Deixei um ar de suspense só para vocês assistirem mesmo, porque é muito bom o filme e bastante divertido! Super indico.

Espero que tenham gostado, se quiserem podem me contar nos comentários quais filmes vocês mais gostaram de ver!

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12 comentários sobre “Filmes – Os que eu vi! P.III

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